O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com muitos negócios acima da referência média nesta sexta-feira (17).
Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, a indústria frigorífica ainda se depara com dificuldade na composição de suas escalas de abate.
“Nesse ambiente a tendência de curtíssimo prazo ainda remete a continuidade deste movimento de alta. Vale destacar que o mercado atacadista permanece fragilizado. As margens da indústria tendem a ficar negativa no mercado interno”.
De acordo com ele, o dado semanal de exportação é outro fator importante a ser acompanhado, com divulgação na próxima segunda-feira (20).
Preços médios do boi gordo
São Paulo: R$ 337,92 — ontem: R$ 332,17
Goiás: R$ 318,39 — ontem: R$ 316,96
Minas Gerais: R$ 313,53 — ontem: R$ 312,35
Mato Grosso do Sul: R$ 333,82 — ontem: R$ 330,57
Mato Grosso: R$ 317,36 — ontem: R$ 316,76
Mercado atacadista
O mercado atacadista se deparou com preços em queda no decorrer da sexta-feira, em um ambiente de negócios pautado por menor apelo ao consumo durante a segunda quinzena do mês.
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“Vale destacar que a carne bovina segue pouco competitiva em comparação com as proteínas concorrentes, em especial em relação à carne de frango. O baixo poder de compra da população ainda impacta diretamente nas decisões de consumo, com prioridade para produtos que causem menor impacto na renda familiar”, pontuou Iglesias.
Quarto dianteiro: segue a R$ 19 por quilo
to traseiro: R$ 25,50 por quilo, queda de R$ 0,50
Ponta de agulha: R$ 18,00 por quilo
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,20%, sendo negociado a R$ 5,1100 para venda e a R$ 5,1080 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1054 e a máxima de R$ 5,1329. Na semana, a valorização ficou em 0,06%.
Fonte: Canal Rural
Imagem gerada por IA

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